PRESSE
Pintor e escultor fazem o elogio da curva
Christophe Catelle e Amaury Dubois não se conheciam antes de se reunirem para realizar uma exposição da mesma geração, mas sem os mesmos antecedentes, e sem a mesma técnica.
Nada tinham portanto para em comum mas: “Quando começamos a instalar as nossas obras, descobrimos que havia uma correspondência” explicam os dois em coro.
As curvas começando nas telas pintadas pareciam continuar nos revelos da madeira...
Os contrastes que nascem nas sombras e luzes da madeira prolongam-se nas pinturas.
Muito bem dispostas,( pode-se mesmo dizer postas em cena,) esta exposição revela portanto duas maneiras de operar radicalmente diferentes. Christophe Catelle debate-se nos meandros, procura a luz, Amaury Dubois também! Primeiro inspirado pêlo mar descrevendo a mecânica dos fluidos e o movimento das ondas, continua a sua obra de destruição das linhas direitas.
As cores são mais profundas, o traço mais afirmado: “ procuro no fundo da minha memoria e voo com os meus sonhos” diz ele, cada vez mais inspirado pelos vegetais e pela natureza
La voix du nord
C.Bd'H










